Cyto TURGOR

Tecnologia de Betaína: proteção contra seca e calor
Estômatos abertos — fotossíntese funciona — colheita se enche mesmo a +35°C

Problema: calor mata a colheita

Fisiologia do estresse

Quando a temperatura sobe acima de +30°C, as plantas ativam mecanismos de proteção que reduzem a produtividade:

  • Estômatos fecham – CO₂ não entra, fotossíntese para.
  • Membranas perdem estabilidade – função das enzimas é prejudicada (Rubisco).
  • Estresse oxidativo – clorofila é destruída, células envelhecem.

De acordo com a FAO, perdas por seca podem chegar a 40–50% da colheita.

Solução científica: betaína

Osmorregulação

Betaína aumenta a concentração do suco celular, retendo água dentro da célula. As plantas mantêm os estômatos abertos por mais tempo, preservando a fotossíntese.

Estabilização de membrana

As moléculas de betaína se integram à bicamada lipídica, prevenindo o "derretimento" da membrana durante superaquecimento.

Proteção de enzimas

A betaína atua como chaperona, protegendo Rubisco e outras proteínas da desnaturação por calor.

Efeito antioxidante

Reduz a formação de espécies reativas de oxigênio e protege o aparato fotossintético.

Numerosos estudos (Ashraf & Foolad, 2007; Chen & Murata, 2011) confirmam que a aplicação exógena de betaína aumenta a tolerância das culturas à seca, salinidade e temperaturas extremas.

Benefícios principais

Manutenção do turgor

Células permanecem elásticas, folhas mantêm orientação ao sol, fotossíntese continua.

Suporte a enzimas

Rubisco e outras enzimas mantêm atividade sob condições de choque térmico.

Recuperação rápida

Após queda de temperatura, plantas retornam ao metabolismo normal mais rapidamente.

Versatilidade

Eficaz em cereais, oleaginosas, culturas técnicas, frutíferas e uva.

Nível molecular

Osmopreteção

Ossoluto neutro se acumula no citoplasma e cloroplastos, reduzindo potencial hídrico.

Estabilização de proteína

Hidratação preferencial da superfície proteica previne agregação.

Proteção de membrana

Aumenta temperatura de transição de fase lipídica, mantendo fluidez.

Diretrizes de aplicação

Culturas

Trigo Cevada Milho Girassol Soja Canola Uva Maçã Tomate

Dosagem e timing

Dosagem: 1,0–2,0 L/ha
Prevenção: 1–2 dias antes do calor
Emergência: imediatamente após choque térmico
Solução de trabalho: 200–300 L/ha (campo), 600–1000 L/ha (pomar)

Composição do produto

  • Betaína (trimetilglicina) — 30% (360 g/L)
  • L-aminoácidos — 7,5% (90 g/L)
  • Óxido de potássio — 1,5% (18 g/L)

Perguntas frequentes

Como CytoTurgor difere dos estimulantes de aminoácidos comuns?

Produtos de aminoácidos comuns contêm principalmente aminoácidos livres como material de construção. Nosso produto contém betaína, que protege estruturas celulares e regula troca de água, não apenas alimenta a planta.

É compatível com fungicidas?

Sim, o produto é compatível com a maioria dos agentes de proteção de plantas. Recomendamos um teste de compatibilidade antes de misturar.

Quando o efeito é visível?

Visualmente (manutenção do turgor) – dentro de poucas horas após a aplicação. Efeito fisiológico na proteção da fotossíntese se desenvolve dentro de 1–2 dias e dura 10–14 dias.

Ivan Petrovitch Smirnov
Candidato em Ciências Agrícolas, consultor agrônomo
Na minha prática, repetidamente enfrentei situações em que até uma breve onda de calor durante o enchimento de grãos causava perdas de 20–30% na colheita. Produtos à base de betaína permitem que a planta "sobreviva" ao estresse com perdas mínimas. É importante que funcionem não como "cosmético", mas sustentam processos fisiológicos-chave.

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